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NFS-e: como se adequar ao padrão?

A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica — ou NFS-e — surgiu para facilitar a relação tributária entre prestadores de serviços e prefeituras municipais.

Com esse recurso, a troca de informações fiscais entre empresas e poder público é feita de maneira eletrônica, reduzindo custos e aumentando o controle sobre a arrecadação do ISS (Imposto Sobre Serviços).

Contudo, a falta de um padrão único em sua implementação tem causado grande dificuldade na adequação às normas de cada cidade por parte das empresas.

Neste post, vamos entender melhor o motivo dessa grande variedade de modelos de integração e ajudar você a adequar sua empresa para esse tipo de operação. Acompanhe!

Entenda porque existem tantos padrões de NFS-e

Como dissemos anteriormente, a implementação da NFS-e é de competência municipal. Por não existir um modelo conceitual a ser seguido nessa hora, cada prefeitura tem desenvolvido seu próprio layout, da maneira que melhor atende suas necessidades.

Hoje em dia, estima-se que existam mais de 40 diferentes plataformas de integração sendo utilizadas pelos municípios, o que dificulta a gestão tributária de muitas empresas. As que operam em diversas cidades precisam adequar seus sistemas para a cada novo padrão, o que pode gerar contratempos e custos adicionais.

Padrão ABRASF

Em busca de uma solução para essa questão, a Receita Federal e a ABRASF (Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais) desenvolveram um modelo que visa padronizar a implementação da NFS-e.

A vantagem proposta por esse modelo é a facilidade da implementação da NFS-e em municípios que ainda não o adotaram, reduzindo seus esforços no desenvolvimento de webservices por parte das administrações públicas e acelerando o desenvolvimento dos ERPs das empresas.

Contudo, a adoção do padrão ABRASF não é obrigatória. Inclusive, é possível utilizá-lo apenas de maneira parcial, o que possibilita que as prefeituras também façam nele suas adequações. O resultado disso é que, quanto mais cidades passam a arrecadar o ISS por meio da NFS-e, mais modelos diferentes tendem a ser desenvolvidos a partir desse padrão.

Saiba como adequar a sua empresa

Não é preciso que você se torne um especialista no layout de arrecadação de cada município para administrar o recolhimento do ISS na sua empresa.

O ideal é contar com o auxílio de um software de emissão de NFS-e desenvolvido por especialistas em soluções para documentação eletrônica.

Essa ferramenta opera sempre de maneira atualizada com as normas fiscais vigentes em cada município, independentemente do seu padrão de arrecadação. Portanto, o software gestor de NFS-e faz a ponte entre o sistema de contribuintes e a plataforma da prefeitura, facilitando o dia a dia das empresas que precisam emitir esse importante documento fiscal.

Como vimos, a falta de padronização não representa dificuldades apenas para a gestão tributária das empresas, mas também para o desenvolvedores de ERP, que precisam aplicar atualizações sempre que se necessita fazer a emissão para uma nova cidade. Por isso, apostar em um software gestor de NFS-e é o melhor caminho para as empresas se adequarem à qualquer padrão de recolhimento sem afetar sua produtividade.

Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Deixe seu comentário abaixo para nós!

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